quinta-feira, 12 de maio de 2016

O Vale do Paraíba no Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba - 2016


Dizem que quando nos apaixonamos por um tema, ele tende a nos encontrar também. Tive duas belas surpresas no Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba. Duas telas relacionadas ao Vale do Paraíba. A primeira do artista Humberto Rosa, óleo sobre tela, "São Luiz do Paraitinga", 1939. Simplesmente deslumbrante. Como não compartilhar com vocês que também amam e zelam pela história e cultura do nosso Vale?






A segunda tela, do artista José Pancetti, "Casa de Monteiro Lobato", 1949. Inspiração do artista em Campos do Jordão.








Jardim de todos! Projeto especial de Mírian Cris.


"Contando com o Outro" - Jardim de Todos

Nosso projeto já começou fazendo jus ao nome, pois nossa convidada, Zenilda Lua, foi atingida por uma feroz dor de dente, mas fomos socorridos pelo talento, carinho e boa vontade da escritora, pesquisadora e mãe da Babi, Sônia Gabriel.
Muitíssimo obrigada, Sônia Gabriel, pela partilha de sabedorias de vida e histórias literárias! Seja bem-vinda ao nosso Jardim!

Mirian Cris."


Eu tive uma experiência muito importante... Sou grata demais. 
Beijos para seus lindos meninos!

Sônia Gabriel





Por mais dias bons!

Coluna Crônica Jornal de Caçapava: Para Luíza.




(Jornal de Caçapava, 15 de janeiro de 2016.)

Conheci Luíza há 22 anos. Mulher alta, negra, bonita, sorridente, religiosa e sempre á disposição para servir o próximo. Literalmente. Não aquele servir se der, quando possível e dentro das condições que ela determinar. Já fez muitos sacrifícios pelos seus, já se dedicou muito pelos familiares e amigos.

Luíza é dessas mulheres raras que agregam, naturalmente, amigos, conhecidos e parentes em uma única, grande e generosa família. Essa amiga querida que conheci assim que casei, ao longo dos anos, se fez parte da nossa família e nos tornou parte da sua. Luíza trabalha; dobra os joelhos em suas delicadas e fortes orações; é devota e cuidadora da sua amada Folia de Reis; zela por seus filhos, irmãos que criou como filhos, sobrinhos e neta com afinco; cozinha maravilhosamente bem e serve pelo prazer de servir. Tudo faz com amor. Servi-la, diante de tanto, também é um grande prazer.

Amizade é isso... Amor fraternal é isso... 
Ano passado, diante do momento mais difícil da minha vida, as palavras, as orações e a fé de Luíza, em toda sua suposta simplicidade (como ela acha), me valeram mais que qualquer livro na estante, me valeram mais que pensadores e intelectuais, me valeram mais que todo o estudo que acumulei.

Luíza é a realidade; pessoa de carne e osso que carrega sua crença, seus valores e sua verdade sem a pretensão de convencer, as vive. Sabedoria de fato e não como muitas pretensas que encontramos em teses, discursos e palestras muitas vezes tão superficiais. É o exemplo para além da teoria.

Passou a dificuldade, estão cicatrizando os vestígios e permanece a leveza da companhia de Luíza.

Não poderia chegar ao Natal sem fazer esse agradecimento, Luíza, por sua existência! 

Que bom que nos foi permitido esse encontro. Deus a proteja sempre; conserve-nos esse lugarzinho que tanto amamos em sua família. Você é um presente para todos aqueles que têm o privilégio de conviverem contigo.

Paz e bem!
Obrigada!

PS: Luíza me ligou recentemente, ficou sabendo dessa mensagem que foi escrita para ela. Agradeceu (como se precisasse!) comovida e se colocou à disposição para o que eu necessitasse, como sempre; enviou beijos para todos da minha família, todos mesmo. Deixou benção para meus filhos os quais ela trata sempre pelos apelidos carinhosos. É isso, desejo para todos nós, neste ano que se inicia, um mundo com mais Luízas.


Luíza


Luiza, Babi e eu.


quarta-feira, 4 de maio de 2016

Evento do Movimento União Cultural - Taubaté


Luiz Antônio Cardoso e Anete Simões, toda gentileza merece sincero agradecimento. Eu sou muito grata pelo reconhecimento e por estar entre tantos homenageados tão especiais. Esta aprendiz de escriba foi lindamente acolhida. Grata; e peço desculpas por não ter conseguido comparecer aos primeiros convites; obrigada também por insistirem. Guardarei os certificados e a delicadeza de cuidado com muito carinho. Paz e bem! Vida longa e atuante ao Movimento União Cultural.



Conheçam as ações do Movimento no https://www.facebook.com/groups/256666971025444/

Projeto Roteiro José Bonetti - PIBID UNIVAP de História


Desenvolver o Roteiro José Bonetti foi um trabalho de revisitar alguns pontos da cidade de São José dos Campos. Em breve, disponibilizarei o plano desenvolvido por nós com os devidos créditos dos bolsitas. Por hora, conheça um pouco sobre nosso trabalho.

Sônia Gabriel

Projeto Roteiro José Bonetti na TV Vanguarda - Rede Globo




 José Bonetti



Bolsistas PIBID de História da Universidade do Vale do Paraíba - UNIVAP



Palavras que moram em nós... em Pindamonhangaba


Nosso projeto caminhando pelo Vale do Paraíba ...
Projeto desenvolvido em parceria com o jornalista Carlos Abranches, na EE Dr. Rui Rodrigues Dória.
Imagens do encontro com educadores de Pindamonhangaba.






Imagens: www.agoravale.com.br






Coluna Crônica Jornal de Caçapava: Caminhos familiares.


(Jornal de Caçapava, 31 de julho de 2015.)





Coluna Crônica Jornal de Caçapava: Família e fraternidade.


(Jornal de Caçapava, 30 de outubro de 2015.)





Coluna Crônica Jornal de Caçapava: Solidão capitalista.



(Jornal de Caçapava, 11 de setembro de 2015.)

O que mais me incomoda no quesito solidão não é nem mesmo senti-la, mas a obcessão dessa sociedade individualista dita intelectualizada em querer nos empurrá-la goela abaixo. Cheguei à conclusão que ou não posso almejar essa intelectualidade ou sou emocionalmente frágil, dependente da presença humana de forma extremada, pois não consigo apreciar a solidão no sentido estrito do conceito.
Não faço o gênero coque, cigarro, janela entreaberta para que a fumaça não escape de todo e o barulho sinalizando outras vidas não entre de todo, perturbações para meus escritos e reflexões. Enfim, estou mais para o avental, volante, cadernetas de vacinação e chamada, bloco de anotações, giz e bons ouvidos para conseguir matéria-prima. Preciso conviver, não acho graça nas minhas opiniões sempre tão condescendentes comigo. Necessito do olhar do outro, bom ou não, positivo ou não, de generosa humanidade ou não, mas externa ao meu modo de ver e viver o mundo.
Alguém me disse que a solidão é necessária... Sinal de maturidade...  Urge absorver melhor... Entender esse conceito...
Mas voltando à imposição da solidão, por hora, entendo que o mercado precisa de mais gente só, mais moradias dormitórios, mais utensílios eletrodomésticos para uso individual, mais carros para um passageiro apenas, mais gente necessitando de remédios e cuidadores, mais pratos congelados individuais, mais redes sociais para não ficar tão evidente algum aspecto negativo da presença da mesma... Como a solidão pode ser lucrativa! Sem responsabilidades com família, sem filhos podemos obter mais bens materiais, investir mais em nós mesmos, cuidar mais das nossas necessidades e acumularmos mais do tudo que nosso dinheiro tão só nosso pode conquistar. Mais filhos, mais gastos, menos tempo para nós do nosso esforço produtivo? Parece que para o mercado que se esforça tanto com propagandas, filmes, novelas para nos convencer... Sim.
Certamente alguém lucra com tanta individualidade, mas quem? Quais corporações? Quais vendedores dos antídotos para o mal que distribuem? Que parte de nós é mais feliz sendo mais solitária disfarçada de individualista? Ao menos para buscar essas respostas teremos que conversar, não é mesmo?

Sônia Gabriel




Palavras que moram em nós... Academia Caçapavense de Letras




As palavras que moram em cada um de nós...


Coluna Crônica do Jornal de Caçapava: Bom dia, Caçapava!



(Jornal de Caçapava, 10 de abril de 2015.)


Hoje é terça-feira, o dia em que tento colocar os escritos em ordem; tento, pois a semana ficou um bocado mais apertada para mim e o tempo para as crônicas parece diminuir cada vez mais, engolido pela escrita de relatórios e registros que, talvez, nunca sejam lidos, e, pela escrita de alguns estudos, esta muito prazerosa apesar de onerosa, mas está valendo a pena pagar o preço do tempo.
Semana passada, a editora deste jornal me lembrou de que se aproxima o aniversário da cidade e hoje quando acordei e, costumeiramente, a primeira coisa que faço depois de abrir os olhos e me levantar da cama (risos), abri a janela. Que lindo! Está chuviscando e vocês sabem que eu amo a chuva fina e as manhãs. Eu amo e vocês sabem! Sabem por que me acolheram em suas manhãs de sexta-feira. Sinto-me muito honrada por isso. Sempre recebo algum recado, algum comentário sobre minhas mal traçadas linhas e cresço sob a leitura carinhosa dos caçapavenses.
Nossos encontros nesta coluna são despretensiosos, não me impeli a incumbência de salvar o mundo, aliás, tenho muito medo dos que querem salvar o mundo, pois geralmente não respondem à algumas questões muito importantes para se ter a pretensão sã de salvá-lo, mas essas questões ficarão para uma outra prosa. Nossos encontros tratam do cotidiano singelo nosso. Nosso dia após dia que na soma das parcelas pagas com nosso trabalho; nossas lutas pela sobrevivência; nossa coragem de cuidar e de amar nossas famílias, sim, há que se ter coragem para amar; nosso respeito para com os amigos. Assim me sinto em relação à Caçapava, é uma amiga muito querida. Gosto de passear pela cidade onde o acolhimento é sempre muito evidente, como são simpáticos os caçapavenses. De vez em quando, visito as ruas mais antigas; a igreja onde “Paz e bem”, essa expressão que tanto uso, está em letras garrafais; sou assídua da Procissão de Corpus Christi, a mais bela que já vi; adoro a  taiada do Mercadão e a Festa de São João; aprecio demais essa gente especial e talentosa da Academia Caçapavense de Letras; tenho um quê de doçura pela idealista editora deste jornal... Uma cidade é feita de sua gente. Como não ser Caçapava uma cidade especial com tanta gente especial amando, trabalhando, escrevendo, contando para as outras cidades do Vale do Paraíba sobre os encantos dessa Moça Simpática que é Caçapava?
De minha parte, sou muito grata pela acolhida de todos vocês, me lapido no olhar do cotidiano aonde somos de verdade, me enriqueço por conviver com pessoas que tanto têm a ensinar. Feliz aniversário, Caçapavenses! Obrigada por acolherem esta aprendiz de escriba.
Paz e bem!

Sônia Gabriel


Coluna Crônica Jornal de Caçapava: A mulher em nós...



(Jornal de Caçapava, 13 de março de 2015.)